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QUESTÕES SOBRE A GEOGRAFIA CRÍTICA

 

1. (AMEOSC) Leia o trecho a seguir:
“Surgiu nos Estados Unidos da década de 1960, uma nova escola geográfica, intitulada _________, que questionou a metodologia da Geografia Tradicional e o uso abusivo de técnicas quantitativas em seus estudos geográficos.”
A alternativa que preenche a lacuna acima corretamente é:
A) Geografia determinista.
B) Geografia crítica.
C) Geografia sintética.
D) Geografia analítica.
 
2. (OMNI) Corrente que propõe romper com a ideia de neutralidade científica para fazer da geografia uma ciência apta a elaborar uma crítica radical à sociedade capitalista pelo estudo do espaço e das formas de apropriação da natureza. Nesse sentido, enfatiza a necessidade de engajamento político dos geógrafos e defende a diminuição das disparidades socioeconômicas e regionais. Assinale a alternativa que apresente o nome que é dado à essa corrente da geografia:
A) Geografia Comportamental.
B) Geografia Física.
C) Geografia Crítica.
D) Astro Geografia.
 
3. (GUALIMP) Durante a década de 1970 e 1980, o conhecimento geográfico passa por transformações, surge um novo paradigma com intenção de participar de um processo de transformação da sociedade, repensa a questão da organização espacial, indo além de sua descrição, procurando ver as relações dialéticas entre formas espaciais e os processos históricos que modelam os grupos sociais. Esta corrente é chamada:
A) Nova geografia.
B) Possibilismo geográfico.
C) Determinismo ambiental.
D) Geografia crítica.
 
4. (FUNDEP) Em relação à história do pensamento geográfico, assinale a alternativa incorreta
A) O pensamento Possibilista vislumbra o ser humano como agente geográfico, e a paisagem como criação humana, opondo-se ao pensamento Determinista, a partir do qual a sociedade era explicada por mecanismos que ocorrem na natureza.
B) Na Geografia Crítica, o ser humano passa a ser encarado como principal atuante sobre o meio, produzindo seu espaço, e o saber geográfico é voltado para o auxílio ao planejamento, tendo em vista a preocupação com a degradação ambiental.
C) A Ecogeografia pode ser definida como o estudo de como o ser humano se integra nos ecossistemas, envolvendo: a dependência natural dos seres humanos aos ecossistemas e as modificações voluntárias ou não que o ser humano provoca nestes.
D) A Geografia Quantitativa se baseia em modelos teóricos pautados em técnicas estatísticas, procurando leis ou regularidades empíricas sob a forma de padrões espaciais.
 
5. (IDCAP) A Geografia Crítica rompeu radicalmente com os pressupostos teórico-metodológicos da:
A) Geografia Tradicional e da Geografia Quantitativa.
B) Geografia Heterodoxa e da Geografia Ortodoxa.
C) Geografia Quantitativa e da Geografia Qualitativa.
D) Geografia Venal e Geografia Descompromissada.
E) Geografia Real e Geografia Lúdica.
 
6. (CETREDE) Não há produção que não seja produção do espaço, não há produção do espaço que se dê sem o trabalho. Viver, para o homem, é produzir espaço. Como o homem não vive sem trabalho, o processo da vida é um processo de criação do espaço geográfico. A forma de vida do homem é o processo de criação do espaço (SANTOS, Metamorfose do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 4ª ed. 1996, p.193).
O conceito de “espaço” de Milton Santos liga-se principalmente à
A) Geografia Crítica sob a ótica dos geógrafos franceses culturais.
B) Geografia Tradicional sob a ótica de Hitter e Humboldt.
C) Geografia Regional sob ótica de Marx.
D) Geografia Crítica sob ótica da ontologia do espaço.
E) Nova Geografia sob ótica de David Harvey e Marx.
 
7. (CETREDE) Analise o texto a seguir.
Nesse sentido, a Geografia Crítica contribuiu ao priorizar temas sociais para explicar o processo de produção e reprodução do espaço geográfico, fundamentando-se no materialismo histórico-dialético. Nessa nova dimensão da Geografia, conceitos como modos de produção, relações de produção, divisão internacional do trabalho, globalização, problemas ambientais, entre outros, foram e são usados a partir de uma análise crítica do espaço geográfico, o que, de uma forma ou de outra, contribuiu para a transformação da ciência geográfica apesar da forte influência de concepções conservadores pautadas no chamado neopositivismo. (Breves considerações acerca do pensamento geográfico: elementos para análise Geografia Ensino & Pesquisa, vol. 17, n. 3, set./ dez. 2013, p.64-78)
Considerando esse texto, podemos compreender sobre a Geografia Crítica que
A) a principal mudança conceitual foi a utilização de “território” e “espaço”, antes explicados apenas por questões naturais, e na corrente citada, há apenas a influência direta das relações capitalistas.
B) não houve mudança significativa conceitual nesta corrente, visto que os mesmos conceitos continuaram a ser utilizados de forma igual ou quase igual as anteriores.
C) houve uma influência direta do pensamento de Marx e Lefevbre, porém, foram insuficientes para a Geografia construir um novo “pensamento” que rompesse com as demais correntes.
D) a principal mudança conceitual foi a utilização do conceito “lugar”, que centralizou as análises geográficas, perfazendo uma visão cada vez mais individualizada e descentralizada.
E) as principais mudanças conceituais pautaram na utilização do “espaço” como principal conceito de análise, baseada em moldes do método materialista histórico de Marx.
 
8. (FUNDATEC) Em Geografia: pequena história crítica, Antonio Carlos Moraes (1981) aponta duas vertentes no movimento de renovação do pensamento geográfico: a Geografia Pragmática e a Geografia Crítica.
Estão dentre as ideias criticadas pela Geografia Crítica, EXCETO:
A) A análise geográfica como um instrumento de libertação do homem.
B) O empirismo exacerbado da Geografia Tradicional.
C) O apego às velhas teorias e o cerceamento da criatividade dos pesquisadores.
D) A despolitização ideológica do discurso geográfico.
E) O isolamento dos geógrafos e a má formação filosófica.


 GABARITO
1:B - 2:C - 3:D - 4:B - 5:A - 6:D - 7:E - 8:A





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